AGENDA . PHOTOfest CANTANHEDE

Cantanhede, 14 a 16 de outubro de 2022. Exposições (prolongam-se), Fotoconcerto, Mercado, Workhops, Conversas. Com: Ana Abrão, António Bracons, Céu Guarda, Fátima Lopes, João Barrinha, José Soudo, Pedro Gil, Varela Pècurto e outros autores.

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A Associação fotografARTE, Associação de Expressão Artística e Fotográfica de Cantanhede, organiza o primeiro PHOTOfest Cantanhede — festival de fotografia e outras artes, que tem lugar naquela cidade de 14 a 16 de outubro de 2022.

Apresento as exposições e depois os eventos.

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EXPOSIÇÕES

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Ana Abrão / Outros Mundos

Cantanhede: Câmara Municipal / Claustros / R. Marquês de Marialva 1

15.10 – 18.11.2022 (seg – sex, 9:00 – 18:00)

Sobre o livro deste projeto no FF, aqui.

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AAVV / Terra sustentável (concurso)

Fotografias de: Ana Carolina Santiago, Ana Paula Mendes, António Coelho, Carmen Serejo, Cristina Pessoa, Dave Tucker, Filipa Scarpa, Francisco Coimbra, Guilherme Limas, Hugo Ferreira, João Pedro Costa, João Pedro Tavares, Luís Carlos, Maria Pinto, Mauro Hilário, Paulo Pereira, Pedro Esteves, Pedro Ribeiro, Rogério Salgado, Rui Neto, Sónia Almeida, Tali Sanches, Tiago Marques

Cantanhede: Jardim Municipal de Cantanhede / Praça Marquês de Marialva

14.10 – 30.11.2022

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AAVV / Desafios Fora de Portas

Fotografias de: Ana Catarina Pires, António Sampaio, Carmen Mieiro, Eduardo Moreira, Elisabete Pedrosa, Fátima Lopes, Joaquim Nunes, Leonel Fontes, Paulo Pelotte, Pedro Alberto, Rogério Salgado, Rui Maia, Vitor Murta, Vitor Nogueira

Esta exposição resulta de imagens seleccionadas por um grupo rotativo de três curadores da Associação fotografARTE que todos os meses promove os Desafios Fotográficos Temáticos lançados no grupo de Facebook FOTOGRAFAR FORA DE PORTAS, gerido pela Associação.

Cantanhede: Galeria fotografARTE / Rua Marquês de Pombal, 46

15.10 – 30.11.2022

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AAVV / Best EXPOFACIC

Fotografias de: Adriana da Ponte, Ana Sofia Grilo, Carlos Dias, Carlos Duarte, Catarina Gralheiro, Fátima Lopes, Filipe Freire, Luís Cutelo

Esta exposição resulta do concurso anualmente organizado pela fotografARTE e decorreu, como sempre, durante a Expofacic, durante a qual as imagens têm de ser captadas.

Cantanhede: Centro Paroquial / R. Bombeiros Voluntários n.° 330

14.10 – 16.10.2022

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MERCADO, WORKSHOPS, CONVERSAS…

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AAVV / Fotoconcerto

Fotografias dos desafios “Fotografar Fora de Portas”

Victor Saudade (piano), Messias Simões (trombone), Inês Vale (violino)

Cantanhede: Centro Paroquial / R. Bombeiros Voluntários n.° 330

14.09.2022 – 21:00

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Mercado de Artes

Cantanhede: Pavilhão do Mercado Municipal / Tv. R. dos Bombeiros Voluntários

15.10.2022 – 9:30 – 19:30

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O PHOTOfest Cantanhede integra um Mercado de Exposição e Venda de Fotografias, Foto-Livros, Foto-Zines, Material Fotográfico Usado, Ilustração, Desenho, Pintura, Escultura, Cadernos, Tatuagens. Um espaço criado com o intuito de difundir a cultura da arte.

A intenção é criar um espaço que fomente a economia criativa e sustentável, uma mostra de arte, acessível de forma informal, verdadeiro e direto.

Durante o Mercado de Artes, teremos a presença do fotógrafo João Barrinha, acompanhado da sua Fabulosa Máquina de Fazer Parar o Tempo.

Às 19h30, para encerrar o Mercado de Artes, teremos o concerto / performance / instalação artística RaízeS [partilhar o mesmo sono], de Ludmila Queirós e Paulo Bastos.

Teremos, ainda, Palco Aberto onde decorrerão espectáculos variados, bem como uma Street Food.

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Workshop / Cianotipia / por Céu Guarda e Pedro Gil

Cantanhede: Museu da Pedra / Largo Cândido dos Reis 4

15.10.2022 – 9:30 – 13:00 (sujeito a inscrição)

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Trata-se de uma oficina de criação de imagens e de descoberta de um processos histórico de impressão fotográfica – o ferro. A orientação será assegurada por Céu Guarda e Pedro Gil.

A descoberta deste processo de Cianotipia (e Van Dyke Brown) parte de um estudo feito na década de 1840 por John Herschel sobre as propriedades de sensibilidade à luz dos sais de ferro.

As imagens impressas em Cianotipia resultam num azul Prússia, ao passo que em Van Dyke Brown são de um castanho muito profundo com um grande contraste e variam, tal como nos outros processos alternativos, consoante o papel utilizado.

Os negativos para positivar por contacto, podem ser feitos numa impressora laser (doméstica ou em centro de cópias) ou jacto de tinta, desde que sejam impressos em acetatos adequados para o efeito e com o máximo de densidade da impressora.

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Uma pequena história da fotografia contada por José Soudo / A atribulada história do casamento da Dona Luz com o Senhor Pixel

e VISITA GUIADA À CÂMARA OBSCURA (Para adultos e para crianças)

Cantanhede: Museu da Pedra / Largo Cândido dos Reis 4

15.10.2022 – 15:00 – 18:30 (sujeito a inscrição)

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José Soudo apresentará uma reflexão sobre alguns dos antecedentes da fotografia e dos seus meios. A esta reflexão, associa o título do seu livro, “A atribulada história do casamento da Dona Luz com o Senhor Pixel”, como pretexto para falar da Dona Luz, da câmara e dos diversos maridos que teve ao longo dos tempos, sendo o Senhor Pixel o actual marido, embora ela mantenha casos com os substitutos do Senhor Nitrato de Prata. A visita à Câmara Obscura gigante pode funcionar como local de celebração destes atribulados casamentos.

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Sobre o livro no FF, aqui.

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Workshop / Castanho Van Dyke / por Céu Guarda e Pedro Gil

Cantanhede: Museu da Pedra / Largo Cândido dos Reis 4

16.10.2022 – 9:30 – 13:00 (sujeito a inscrição)

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Trata-se de uma oficina de criação de imagens e de descoberta de um processo histórico de impressão fotográfica (semelhante ao de cianotipia) – o ferro e prata. A orientação da oficina será assegurada por Céu Guarda e Pedro Gil.

A descoberta destes processos de Cianotipia e Van Dyke Brown parte de um estudo feito na década de 1840 por John Herschel sobre as propriedades de sensibilidade à luz dos sais de ferro.

As imagens impressas em Cianotipia resultam num azul Prussia, ao passo que em Van Dyke Brown são de um castanho muito profundo com um grande contraste e variam, tal como nos outros processos alternativos, consoante o papel utilizado.

Os negativos para positivar por contacto, podem ser feitos numa impressora laser (doméstica ou em centro de cópias) ou jacto de tinta, desde que sejam impressos em acetatos adequados para o efeito e com o máximo de densidade da impressora.

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Apresentação do livro “Outros Mundos”, de Ana Abrão / Outros Mundos / Visita guiada à exposição

Cantanhede: Câmara Municipal / Claustros / R. Marquês de Marialva 1

16.10.2022 – 10:00

Sobre este livro no FF, aqui.

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À conversa com / Varela Pècurto / com António Bracons, José Soudo, Fátima Lopes e João Barrinha

Cantanhede: Centro Paroquial / R. Bombeiros Voluntários n.° 330

16.10.2022 – 15:00

Pode conhecer mais sobre Varela Pècurto no FF, aqui e aqui.

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Sobre os participantes:

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Ana Abrão

Tem os reconhecimentos PPSA pela Photographic Society of America além de “Artist” e “Excelence” (AFIAP, EFIAP) pela associação Europeia International Federation of Photographic Art.”

Sobre si, diz:

Olá!  Do lado de cá fala uma apaixonada pela fotografia que vive na costa sul de Portugal (um dos recantos mais lindos da Europa). Embora viva neste mesmo local há quase duas décadas, sou de origem brasileira, onde nasci, estudei e segui carreira académica. A um certo momento decidi mudar a direcção da minha vida e mudei de profissão. Embora goste verdadeiramente de muitas áreas diferentes desta arte, especializei-me profissionalmente em fotografia publicitária e casamentos. O que quer que venha a produzir como profissional, faço-o com comprometimento, com responsabilidade, com gosto, com criatividade e com um senso de estética apurado. Quando não estou em trabalho, desejo, com todas as minhas células, viajar pelo mundo com a minha câmara. Quero vivenciar pessoas de culturas diferentes, quero descobri-las por dentro e através dos olhos, quero que nas minhas imagens sejam o espelho do melhor que têm, das suas mais belas expressões, da melhor parte de si mesmas. Quero contar as suas histórias para o mundo.

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António Bracons

Pode ver aqui.

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Céu Guarda

Nasceu em Mora no Alentejo e vive em Lisboa desde então. Estudou Fotografia e Pintura na Ar.Co e na Faculdade de Belas Artes de Lisboa onde também desenvolveu projectos em vídeo. Começou a trabalhar na imprensa escrita por acaso, primeiro como ilustradora , depois como fotógrafa e mais tarde como editora de fotografia. Colaborou com várias publicações portuguesas e estrangeiras em diferentes regimes. Foi fotógrafa residente do Jornal O Independente e Editora de Fotografia do Jornal i do qual fez parte da equipa fundadora. Paralelamente desenvolveu projectos expositivos e editoriais com outros fotógrafos e artistas. Fez pesquisa de imagem documental para a revista Visão História. Foi Co-fundadora da Kameraphoto e da KGaleria com a qual trabalhou durante mais de uma década. Expõe regularmente dentro e fora do país está representada em várias colecções. Atualmente é fotógrafa independente e ensina Fotografia.

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José Soudo

n. Lisboa, 1950
Curador. Investigador independente em História da Fotografia. Fotógrafo. Grau de Mestre em Fotografia Aplicada. Grau de “Especialista em Audiovisuais e Produção dos Media – Fotografia”, obtido em Provas Públicas, perante um Júri constituído por representantes de vários Institutos Politécnicos.
Docente de Fotografia desde 1983 e História da Fotografia, desde 1986, no Curso de Fotografia do Departamento de Fotografia do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual.
Coordenador Técnico com funções pedagógicas, do Departamento de Fotografia do Ar.Co, desde 1986.
Sócio co-fundador, em 1982, da galeria e do projeto de animação cultural, “Ether-Vale tudo menos tirar olhos”.
Membro da Comissão de Estudo para a recuperação da Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, por nomeação do IPPAR, em Junho de 1996.
Formador creditado, da Bolsa de Formadores do “Cenjor – Centro Protocolar para Formação de Jornalistas Profissionais”, em ações de formação para jornalistas, nas áreas da Fotografia e do Fotojornalismo, desde 1992.
Co-fundador do CSF – Curso Superior de Fotografia, da Escola Superior de Tecnologia do IPT – Instituto Politécnico de Tomar, de 2002 até 2016. Diretor da Licenciatura em Fotografia da ESTT/IPT no ano de 2015. Docente na Licenciatura do referido Curso.
Membro da Comissão Executiva do CEFGA – Centro de Estudos em Fotografia da Golegã, nos anos de 2008 e 2009.
Enquanto fotógrafo, está representado em diversas colecções oficiais e particulares, quer em Portugal quer no estrangeiro e também através de livros e publicações diversas, assim como em trabalhos coletivos com outros artistas visuais.

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Sobre a obra e escritos de José Soudo no FF, aqui.

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Pedro Gil

Nasceu em Luanda, 1967. Começou aos 7 anos a fazer estas coisas da imagem e som. Foi indo do centro para as margens. Estudou fotografia no Ar.Co. e no IADE. Trabalhou em fotografia de publicidade e cinema e vídeo. Expôs fotografia e vídeo. Ensina Audiovisuais na Escola Artística António Arroio. Neste momento as suas margens são a fotografia computacional AKA mobile photos e vários processos analógicos, ditos alternativos. Tenta sair da rede (off-grid). Gosta de partilhar ideias, projectos e outras coisas.

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Mais informações, aqui.

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