EDGAR MARTINS, WHAT PHOTOGRAPHY HAS IN COMMON WITH AN EMPTY VASE

.

.

.

Edgar Martins, What Photography has in Common with an Empty Vase, 2016-2019

.

.

What Photography has in Common with an Empty Vase” é um ensaio fotográfico sobre o encarceramento e a ausência, nas suas múltiplas formas, evitando “intencionalmente imagens cujo único objetivo … [é] sobre crime e punição”, resultando de um trabalho desenvolvido ao longo de três anos, em colaboração com a Grain Projects e a HM Prison Birmingham, a maior prisão de categoria B na região de Midlands, Reino Unido, com os seus presos e respetivas famílias, bem como organizações e indivíduos locais.

.

Edgar_Martins-What-Photography-Has-in-Common-With-an-Empty-Vase (1)

.

Estas imagens integram o livro de Edgar Martins, que já aqui apresentei, “What Photography & Incarceration have in Common with an Empty Vase” (The Moth House, 2019), na verdade, um conjunto de 2 volumes: as fotografias de Martins, “What Photography has in Common with an Empty Vase” e o diário de um detido, com alguma intervenção de Martins, “What Incarceration have in Common with an Empty Vase”. Foi também apresentado em Lisboa, na Galeria Filomena Soares, entre 14 de novembro de 2019 e  04 de março de 2020 (pode ver aqui) e, numa nova releitura, no MNAC, em Lisboa, de 24 de maio a 21 de agosto de 2022 (“There’s a shite stunk in the air… Dad’s oot oan bail!“, pode ver aqui).

.

thumbnail_EM_convite_print_prop-1 FFFFFF.JPG

.

.

.

.

Pode conhecer mais do trabalho de Edgar Martins no Fascínio da Fotografia, aqui e no site da The Moth House, aqui.

.

.

.