ANTÓNIO BRACONS, O MANTO DA PRIMAVERA

A partir da exposição de “As Bravas”, de Paulo Pimenta, em exposição na Fundação Calouste Gulbenkian, até 25.04.2022.

.

.

.

Primavera.

A natureza desabrocha com o calor que se começa a sentir. O frio vai ficando para trás. As terras revestem-se de verdes, de quantos verdes!, as flores semeiam pontos e manchas de amarelos, vermelhos, laranja, castanhos… Diferentes tons e densidades, os aromas…

No âmbito do projeto “Enxoval”, com o apoio da iniciativa PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian, Paulo Pimenta fotografou mulheres da zona de Amarante, particularmente das aldeias de Olo e de Vila Chã do Marão, envoltas num manto de natureza, “cosido de retalhos vivos dos caminhos que fazem parte do seu quotidiano e da sua sabedoria. Também ele foi crescendo, florescendo e secando”…

Primavera, verão, outono, inverno, primavera…

Urzes, musgo, castanheiro, oliveira, flores silvestres…

Fotografei esse manto. Um manto de primavera: de esperança, de confiança, de renascer, de florescer, de cor…

.

.

.

António Bracons, O Manto da Primavera, 2022

.

.

.

Pode saber mais sobre a exposição “As Bravas”, de Paulo Pimenta, no FF, aqui.

.

.

.