RUI PEDRO ESTEVES, A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SPRITZ OU COMO RECUPERAR A ALEGRIA DE SE ANDAR PERDIDO, 2017

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Rui Pedro Esteves

A insustentável leveza do Spritz ou como recuperar a alegria de se andar perdido

Fotografia e texto: Rui Pedro Esteves

Lisboa: Barba ao Vento / 2017

Português / 14,8 x 21,0 cm / 48 pp., não numeradas

Brochura / 25 ex. numerados e assinados pelo autor na 1.ª página interior / Em envelope beije com o título e o número manuscrito a prata no rosto, ‘barba ao vento’ impresso, lacre azul a fechar, no verso

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Percorrer Veneza. Caminhar pelas ruas estreitas entre os canais… Os canais, a água, as pontes, as pessoas, as janelas, as lojas, a Acqua Alta… A cidade com toda a sua vida e movimento. Numa cidade única, “a alegria de se andar perdido” – diz o autor:

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Andar quilómetros, subir e descer escadas, ouvir música, arriscar numa massa, fugir das filas, andar perdido e beber um Spritz.

Andar quilómetros, subir e descer escadas, observar um pintor, confiar numa pizza, evitar os turistas, andar perdido e beber um Spritz.

Andar quilómetros, subir e descer escadas, passear de Gôndola, relaxar com um paninni, fugir das gaivotas, andar perdido e beber um Spritz.

Andar quilómetros, subir e descer escadas, visitar uma igreja, apreciar um peixe, desistir do palácio, andar perdido e beber um Spritz.

Andar quilómetros, subir e descer escadas, andar de Vaporetto, beber um frizzante, subir à torre, andar perdido e beber um Spritz.

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Veneza, Itália

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Rui Pedro Esteves, A insustentável leveza do Spritz ou como recuperar a alegria de se andar perdido, 2017

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Rui Pedro Esteves (1980) Fotógrafo amador, autodidata. Curso de História da Fotografia e Workshop de Laboratório no MEF – Movimento de Expressão Fotográfica e Curadoria na EIFE – Escola Informal de Fotografia do Espectáculo. 

Publicações: “5 Dias em Havana” (auto-publicado), “por favor, não alimente os cavalos”, “Narrativas” (em conjunto com mais autores), “a insustentável leveza do Spritz, ou como recuperar a alegria de se andar perdido”  (auto-publicado), “não vão daqui a pensar mal disto”  (auto-publicado), “Zacchaee festinans descende, nam hodie in domo tua oportet me manere”  (auto-publicado), “contos do pontão”  (auto-publicado).

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Sobre o trabalho de Rui Pedro Esteves no Fascínio da Fotografia, aqui.

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