RAÍZES DO ERRO

Exposição associada ao Imago Lisboa Photo Festival, n’ A Pequena Galeria, Av. 24 de Julho, 4C, em Lisboa, de 15 de Setembro a 15 de outubro de 2021.

Fotografia de: Alice WR, Cecy Jup, Goreti Ferraz, Madalena Meneses, Manuela Vaz, Maria Inês Mouroa, Maria Leonardo Cabrita, Maria Sécio, Susana Moreira, Tânia Araújo e Vera Marmelo.

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“Raízes do erro” é uma exposição coletiva de mulheres de várias idades e grupos sociais que, circulando por entre diferentes contextos de socialização, desenvolveram uma reflexão sobre a condição do que é “Ser Jovem, hoje”.

A exposição levanta algumas questões sobre o posicionamento dos jovens perante os fenómenos macrossociais contemporâneos, como sejam as inquietações ambientais e a adopção de estilos de vida saudáveis, as necessidades de pertença e de vinculação, os mecanismos fluidos da construção identitária e os vislumbres especulativos e imaginativos das inúmeras possibilidades de repensar o futuro.

“Raízes do erro” apresenta discursos simbólicos, a cunhar a experiência reflexiva de cada uma das participantes. Se por um lado, os estados de desproteção e de desamparo configuram uma situação metafórica de abandono, a exploração da autonomia, por outro, denota-se como o grito de liberdade.

Com uma ambivalência subtil, as autoras revelam os medos e as incertezas, os impasses e as possibilidades, mas também a riqueza do erro e/ou a ousadia das escolhas.

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Alice WR

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Cecy Jup

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Goreti Ferraz

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Madalena Meneses

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Manuela Vaz

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Maria Inês Mouroa

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Maria Leonardo Cabrita

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Maria Sécio

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Susana Moreira

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Tânia Araújo

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Vera Marmelo

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“Raízes do Erro”, com fotografia de: Alice WR, Cecy Jup, Goreti Ferraz, Madalena Meneses, Manuela Vaz, Maria Inês Mouroa, Maria Leonardo Cabrita, Maria Sécio, Susana Moreira, Tânia Araújo e Vera Marmelo, é uma exposição associada ao Imago Lisboa Photo Festival, patente n’ A Pequena Galeria, na Av. 24 de Julho, 4C, em Lisboa, de 15 de setembro a 15 de outubro de 2021.

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António Bracons, Aspeto geral da exposição, 2021

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Alice WR (Lisboa, 1959)          

Artista visual fotógrafa freelance com trabalhos de cariz autoral e documental. Formadora e Facilitadora de aprendizagens informais em Fotografia. Integra a Agência Calipo desde 2016.  Participa em projectos artísticos e expõe individual e colectivamente desde 2006, no contexto nacional e nomeadamente no Brasil, Espanha ou Finlândia. Recentemente fez o Curso de Curadoria e outra(s) história(s): disputas, narrativas e   de conhecimento (Universidade Nova de Lisboa, FCSH). Curadora do Instantes 2021, Avintes.

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Cecy Jup (1958, Grândola)

Reside actualmente em Aveiro. Desde cedo se interessou pelas artes tendo algumas incursões pela pintura, nomeadamente a óleo. Foi precisamente no seguimento dessa paixão pela pintura, e pela necessidade de captar alguns pormenores, que a fotografia surge com mais expressão na sua vida e se torna também ela uma paixão, uma aventura e um escape ao quotidiano. Participou no livro “Fotografia a P&B A Nossa Escolha”.

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Goreti Ferraz (1968, Porto)

Em janeiro de 2020 participou na exposição coletiva de final do Curso de Iniciação à Fotografia pelo Estúdio 151 realizada no Mercado Ferreira Borges, no Porto. Em 2021, terminou o Curso Profissional de Fotografia no IPCI – Instituto Português de Comunicação e Imagem – Porto e frequenta atualmente o Master em Fotografia Artística no IPCI.

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Manuela Vaz (1958, Porto)

Fez formação no Instituto Português de fotografia, 2006. Em 2018 concluiu o Master em Fotografia Artística no IPCI – Instituto Português de Comunicação e Imagem. Expõe regularmente os seus trabalhos desde 2000, em exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro. A referir, Bélgica, Espanha, França, Finlândia, Luxemburgo, Rússia e Sérvia. Tem trabalho publicado em livros e em revistas da especialidade e obras suas em colecções privadas.

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Maria Inês Muroa (1996, Póvoa do Varzim)

Estudante de Fotografia na Escola Superior de Media Artes e Design. Artista visual. Contadora de histórias visuais. Para além da fotografia, gosta de conjugar o desenho, o bordado e a escrita com o que pretende criar. Iniciou o seu percurso académico em engenharia informática, curso de que desistiria mais tarde. Na Universidade do Minho juntou-se ao Coro Académico, onde, através dos cargos que exerceu, redescobriu o seu interesse pela área visual e comunicativa de forma artística e criativa. Ingressa no Instituto Português de Comunicação e Imagem onde realiza o Curso Profissional de Fotografia. Não saciada, decide voltar ao ambiente académico, em 2020, para se licenciar em fotografia. Em 2020 participa nas leituras de portfólio da Fetart – The Collective e do FotoRio.

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Madalena Meneses (1992, Lisboa)

Fotógrafa analógica independente. Estudou Artes e Humanidades na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa mas par hasard caiu de pára-quedas num laboratório de fotografia a preto e branco. Fez-se Luz. Converteu-se ao analógico, também, por acreditar que less is more. Tem vindo a explorar a sua identidade fotográfica maioritariamente através do Movimento Expressão Fotográfica e da Imagerie – Casa de Imagens. Em Fevereiro de 2020 passou pelo Diamantino Labo Photo, em Paris, para descobrir a impressão analógica de grandes formatos a cores.

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Maria Leonardo Cabrita (1996, Póvoa do Varzom)

Licenciou-se em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa em 2011 e terminou o Mestrado Arte e Multimédia pela mesma faculdade em 2018. Em 2014 radicou-se em Berlim e actualmente vive em Lisboa e Munique, onde termina um novo diploma na classe de Fotografia na Academia de Belas-Artes. Participou em várias exposições. Ganhou as bolsas Fotografia Experimental pela Fundação Bösenberg Stiftung, para o projeto Min Min Light em 2019 e Especialização e Valorização Profissional em Artes pela Fundação Gulbenkian em 2017. Desde 2015 as suas fotografias fazem parte da coleção do Museu Municipal de Arte (MuMA), Brasil.

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Maria Sécio (1994, Lisboa)

Actualmente radicada em Berlim, nasceu e cresceu em Lisboa, onde desenvolveu pela primeira vez a sua paixão pela fotografia e pelo cinema. Depois de terminar o liceu na escola de artes António Arroio, em Portugal, Sécio mudou-se para o Reino Unido, onde prosseguiu os seus estudos de Produção Cinematográfica na Arts University Bournemouth. No entanto, ela acabou se formando em fotografia de belas artes, depois de entrar em conflito com o método mais rígido de contar histórias presente no curso de cinema. Mesmo assim, Sécio só começaria a sentir mais próxima de sua linguagem artística após deixar a universidade e viajar em 2018 para o Japão e a Grécia. Lá teve a oportunidade de frequentar as residências artísticas no Studio Kura (Itoshima) e Tryfon Arts Residency (Lesbos).

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Susana Moreira (1991, Lisboa)

Vive e trabalha em Lisboa. Licenciada e pós-graduada em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Acrescenta também o curso Fotografia em Movimento pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. Entre as exposições que fez destacam-se o simpósio de Escultura Monsanto invade a cidade no parque florestal de Monsanto, exposição de Escultura no ISEG, Festival FDUL Experience, Esculturas no Palácio Marquês de Pombal em Oeiras, Colectiva de Escultura em Aljustrel, Colectiva de Escultura em Proença-a-Nova, 2.º Encontro Fotográfico em Arruda dos Vinhos e Mostra 2020 em Lisboa.

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Tânia Araújo (1980, Lisboa)

Licenciada em Audiovisual e Multimédia na Escola Superior Comunicação Social. Tem o curso Profissional de Fotojornalismo pelo CENJOR. Entre 2012 e 2018 foi produtora de Workshop de Fotografia Documental na República da Armênia, Índia, Marrocos, São Tomé e Príncipe, China e Irão. Em 2012 realizou formação pedagógica e fotográfica no Centro Madre Trindade em Dilar — Timor-Leste. Jovem Criadora selecionada para representar a comitiva portuguesa no 1.º Congresso Internacional da Juventude “Great Silk Way”, Baku —Azerbaijão, 2012. Desde 2003 faz parte dos órgãos diretivos do MEF — Movimento de Expressão Fotográfica. Em 2011 realizou uma residência artística pela Scoala de Poetica Fotografica “Francisc Mraz”, em Bucareste e uma residência artística no projeto EVA — Exclusão de Valor Acrescentado — Bairro da Bela Vista, em Setúbal, a convite do Clube Português de Artes e Ideias, financiado pelo Programa Escolhas e pela Secretaria de Estado        da Cultura / DGArtes. Selecionada na área de fotografia no Concurso Jovens Criadores em 2009 e 2010. Em 2009 e 2017 foi artista finalista nos Encontros de Imagem Braga.

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Vera Marmelo (1984, Barreiro)

Vera Marmelo. Fotografa música, com olhos de ver, desde 2006.  Autodidata e motivada desde o início pelo Out.fest e Barreiro Rocks, e por uma cena musical no eixo Barreiro-Lisboa. Passados mais de 15 desde o início, os músicos, os concertos, as salas, os festivais e as ocasiões mais ou menos especiais vão-se muitiplicando e o seu arquivo pessoal crescendo.

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Sobre o Imago Lisboa Photo Festival, escreve a organização:

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A 3ª edição do festival IMAGO LISBOA evidencia o seu crescimento consolidado.

O festival organiza-se em torno de duas temáticas: The Family in Transition (integralmente apresentada nas Carpintarias de São Lázaro) e Rethinking Nature/Rethinking Landscape (disseminada em vários espaços), que constituem o mote para reflexão em torno de questões fundamentais da atual sociedade.

Na fusão de ambas as temáticas, apresentam-se três séries de Joakim Esklidsen, cuja obra é exposta pela primeira vez no nosso país e que poderá ser visitada no MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea.

Também numa nova colaboração com o projeto Salut au Monde, apresenta-se na SNBA (Sociedade Nacional de Belas Artes) a exposição We are Family que bebe a influência da mítica exposição The Family of Man, no MoMA em 1955.

A presença portuguesa está a cargo de Pauliana Valente Pimentel cuja obra Ask the Kids, retrata uma franja de jovens portuenses.

Devido à situação pandémica não foi possível, em 2020, realizar o projeto de leitura de portfolios – Lisboa Meeting Point, onde, supostamente, se expunha a obra de Mikhail Bushkov, artista vencedor. Assim, o seu trabalho Zürich bem como da sua mulher Olga Bushkova apresentam-se na novel Galeria Imago Lisboa.

Marginalmente à programação oficial, devemos salientar a crescente colaboração de galerias e outros espaços expositivos que se associam ao evento.

Em paralelo às exposições estão programadas um conjunto de ações tendentes à motivação e participação de públicos diversos.

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As fotografias foram cedidas pelo Imago Lisboa Photo Festival, as fotografias da exposição (o conjunto das duas fotografias de cada artista) são de António Bracons.

Cortesia: Imago Lisboa Photo Festival

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A agenda das exposições e eventos do Imago Lisboa 2021 no FF, aqui. Outras exposições do Imago Lisboa no FF, aqui.

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