ARLINDO PINTO, SPACE 3, 2015

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Arlindo Pinto

Space 3. Território, paisagem, lugar

Fotografia: Arlindo Pinto / Entrevista com: José Carlos Galhardo

Edição de Autor / Novembro . 2015

Português / 21,0 x 26,5 cm / 26 págs

Agrafado / 20 ex.

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Em “Space 3. Território, paisagem, lugar”, Arlindo Pinto apresenta-nos diversas paisagens e espaços parcialmente conhecidos: há uma sobreposição de imagens, dos espaços, que de alguma forma se complementam.

Na capa e na contracapa, uma entrevista do autor com José Carlos Galhardo. Nas páginas centrais, o colofon. O resto do espaço, as imagens.

Para o autor,

“Space 3” é um território de imaginação geográfica e fotográfica. Recorre em certa medida ao conceito de heterotopias usado por David Harvey ao referir-se aos espaços heterotópicos. É no fundo um “trompe-l’oeil” que nos obriga a refletir nas possibilidades dos espaços. Um terceiro espaço com origem numa espécie de engarrafamento do tempo que decorreu entre tomadas de vista de espaços que, apesar de geograficamente localizáveis, nunca são os mesmos porque também os eventos que ali têm em lugar, os significados que se lhe atribuem, as ideias e ideais que lhe subjazem não são os mesmos.

Interessa-me, ao debruçar-me sobre a questão do território, a construção de – parafraseando Foucault – “espaços outros”, através de uma espécie de arqueologia da imagem. O passado dos espaços sempre me interessou, nomeadamente e neste caso, para me ajudar a criar outros espaços cuja existência se resume à superfície bidimensional do papel fotográfico.

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Arlindo Pinto, Space 3, 2015

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Arlindo Pinto (n. 1962), vive em Lisboa, nasceu num lugar qualquer! Ele gosta de pensar em si mesmo como fotógrafo… o que ele realmente é desde o final do século XX! Ele é apaixonado pela arte, música e pessoas. A fotografia é uma maneira de se ligar com a humanidade.

É professor de fotografia no Círculo Artístico e Cultural Artur Bual e é membro da equipa do Photobook Club Lisboa. Faz exposições individuais e coletivas e publica o seu trabalho em revistas, zines de fotografia e livros. Procura pistas sobre o significado da vida… se houver uma.

A sua fotografia tem um foco insistente no homem como um ser multifacetado, espiritual e relacional, mas também uma vítima de si mesmo. O resultado do que faz é visceralmente fundamentado nas suas crenças e convicções às quais as imagens dão vida. A fotografia é uma forma de falar sobre as questões que lhe dizem respeito, às quais quer dar voz e em torno das quais pretende gerar debates, verbalizados ou interiores.

Tem publicado diversos livros e zines: 2018 “i” (2018); “Today Is A Long Time”, ed. The Unknown Books; “Retratos Municipais”, ed. Instituto de Ciências Sociais; “Hope”, ed. Huggly Books; “sonhando versos e sorrindo em itálico”, ed. IMAGERIE – Casa de Imagens (2017); “Alegoria do Inferno”; “Everything Is Not” (2016), “Ausências”, “Space 3”, “Zemrude” (2015), “Take My Body” (2013); “Coleção Bandas Míticas II, Pop Dell’Arte”, ed. Levoir; “Cáceres Pop 2011!”, ed. Diputacion de Cáceres (2012); e “Arte na Planície”, ed. Associação Cultural Arte na Planície (2006).

Tem realizado diversas exposições individuais e coletivas.

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Pode conhecer melhor o trabalho de Arlindo Pinto aqui.

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