ALEXANDRE SAMPAIO, CHE BELLA COSA NA JURNATA ‘E SOLE

Exposição em Viseu, na Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea, de 13 de outubro de 2019 a 28 de fevereiro de 2020.

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Alexandre Sampaio, Che bella cosa na jurnata ‘e sole

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Sobre a série escreve o autor:

CHE BELLA COSA NA JURNATA ‘E SOLE apresenta o resultado do corpo imagético em técnica de fotografia solar na cidade de Viseu e zonas limítrofes, no período compreendido entre junho de 2014 e julho de 2018. Procurou-se uma identidade sensível deste território, pela participação da sua comunidade, tanto ao nível da instalação de solarígrafos em espaço privado, 33 famílias, como em espaços de carácter institucional, 18, a par de um carácter experimental em locais desprotegidos, fixos e móveis. No total, instalaram-se 145 câmaras, 65 das quais resultam nesta obra, numa amplitude de exposição solar mínima de 52 dias e máxima de 782 dias. Um agradecimento a todos e todas participantes no processo, pela partilha dos seus espaços de intimidade, bem como ao programa Viseu Criar, que permitiu as condições necessárias à exposição e catálogo das obras.

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A exposição “Che bella cosa na jurnata ‘e sole”, de Alexandre Sampaio, está patente na Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea, em Viseu, de 13 de outubro de 2019 a 28 de fevereiro de 2020.

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Alexandre Sampaio é um artista freelancer em artes visuais e performativas. Em 2000 inicia o seu percurso artístico como encenador e performer, colaborando com várias estruturas e sendo responsável por iniciativas em arte comunitária. Em digressão, mantém duas produções teatrais que dirige, “Os brincos à Ronaldo e outras histórias”, que já se apresentou em cerca de 30 municípios, e “Pas de deux”, com o recém-criado Teatro Experimental do Nordeste. Criativo multidisciplinar, tem-se dedicado também a projetos autorais de ilustração e poesia, bem como em fotografia documental e artística. Expôs, individual e coletivamente em diversas galerias, e eventos como a Capital Europeia da Cultura e Festival Noc Noc, em Guimarães, Jardins Efémeros, em Viseu, Entre Margens, na Régua, Porto e Lisboa, Festival das Artes, em Santa Comba Dão, em várias edições do Festival Mexe, no Porto, Festival Encontrar-te, em Amares, e Festival de Quintanilha. Co-coordenou “Mulheres de Sabugária”, de onde resultou a sua primeira obra fotográfica e de recolha etnosocial, bem como editou “Sobre as águas”, em poesia. Com a encomenda de “Jardim das Hespérides” (no prelo), inicia o estudo e apresentação de obras solarigráficas e de narrativa documental. Em “Che bella cosa na jurnata ‘e sole”, bolsa Criar (programa Viseu Cultura), exposição na Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea, ampliou a utilização da solarigrafia ao estudo do território, valorizando a participação das comunidades na criação artística contemporânea, traço comum no seu percurso.

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Cortesia do Autor.

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