ANTÓNIO BRACONS, EXPO’98. À NOITE – 1, 1998

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António Bracons, EXPO’98, Lisboa, 1998

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Entardece, anoitece.

Desde as 16 horas que pelos vários palcos e pelo recinto se desenrolam os espectáculos, presenças culturais dos vários países participantes e de Portugal, nas várias formas de arte, da poesia ao bailado, da música ao teatro… Do Palco Promenade ao Palco da Doca e aos vários pequenos palcos, até à Praça Sony, o som estende-se pela noite dentro…

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Bilhete noite para a EXPO’98.

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No espelho de água dos Jardins Garcia da Orta, as senhoras de pedra continuam o seu banho refrescante.

Os restaurantes, com sabores de diferentes países, enchem-se. No faialense Peter’s, cuja decoração repete o original, além das bebidas e das grandes sandes de pasta de atum, mostra-se parte da sua coleção de dentes de baleia esculpidos.

A Praça Sony enche-se para mais um concerto. Em cada dia, diferentes artistas trazem a sua música, enchem o recinto. Oiço o Vitorino. Junto, a Torre Vasco da Gama, pode-se subir durante a noite, a visão noturna é diferente.

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