ANTÓNIO BRACONS, EXPO’98. A PRESENÇA INTERNACIONAL – 3, 1998

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António Bracons, EXPO’98, Lisboa, 1998

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Os diversos países apresentam as suas riquezas culturais e naturais e sobretudo a sua ligação com o mar: barcos, artefactos, a história e a arte. Continuo com mais alguns.

Na Lituânia, um leme antigo, gigantesco, faz as honras do pavilhão.

Em Malta, a religião e a história estão presentes.

Marrocos apresenta testemunhos vários da sua cultura num aprasível espaço, sendo de destacar uma interessante colecção de cartazes do início do século, e a vivência do ambiente e dos trajes e hábitos tradicionais.

Moçambique tem os brinquedos de arame dos meninos da rua que formam uma verdadeira cidade e telas diversas.

Na Polónia, contactamos com magníficos ambares que guardam insectos e sementes, e que podem ser transformados em jóias. E um navio.

Um rosto do Quénia.

No Reino Unido, o país formado por guarda-chuvas mostra-nos algumas riquezas submarinas.

A Santa Sé mostra a presença constante da água no Antigo Testamento e, sobretudo, nos Evangelhos: a Água Fonte de Vida, através de magníficas peças de arte provenientes não só de igrejas, museus e colecções particulares nacionais, mas também do Museu do Vaticano e de Israel: é de destacar o magnífico livro-catálogo da exposição do pavilhão, bem como a Nossa Senhora da Boa Viagem, especialmente criada para a ocasião.

No Sri-Lanka, os barcos tradicionais de uma velas ampla, assim como a técnica ancestral de polimento artesanal de pedras preciosas e semi-preciosas.

Na Suécia, as suas complexas rendas de bilros e onde, ao longo de 4 ovos, podemos sentir os diferentes climas de cada uma das estações do ano.

Na Suiça, o país dos quatro cantões, a água das suas nascentes está presente na tecnologia e no desporto através do remo

Deslizamos pelo Bósforo na barcaça real do sultão Abdulmecid, do séc. XIX, e pela vasta história da Turquia, através de um conjunto de peças que remontam desde 6 000 a.C. até aos nossos dias.

Terminamos com um sorriso ugandês.

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