ANTÓNIO BRACONS, EXPO’98. A PRESENÇA INTERNACIONAL – 1, 1998

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António Bracons, EXPO’98, Lisboa, 1998

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São vários os pavilhões institucionais e de firmas patrocinadoras da Exposição.

Destaco aqui três pavilhões institucionais: o Pavilhão do Comité Olímpico de Portugal onde, para além da história do olimpismo podemos ver as medalhas e o equipamento das nossas medalhas de ouro: Carlos Lopes: maratona, Los Angeles, 1984, Rosa Mota: maratona, Seul, 1988 e Fernanda Ribeiro: 10.000 m, Atlanta, 1996.

O pavilhão da NATO faz alusão ao ano Internacional dos Oceanos e o do Conselho da Europa à história da instituição e sua ligação ao mar.

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Açores, Madeira, Macau

Açores, Madeira, Macau têm edifícios próprios.

Nos Açores, somos recebidos por uma simpática cachalote fêmea e temos uma viagem pela riqueza de côr destas ilhas e do seu mar, e em diversas projeções. Desembarcamos na Madeira e encontramos a história das suas culturas da cana de açucar e do vinho da Madeira, bem como dos bordados, através das fotografias dos Vicentes e dos Perestrello e de artefactos vários, bem como um conjunto de peças excelentes de arte sacra e uma apresentação da Ilha e das suas flores.

Visitemos Macau com as suas tradições e costumes, as suas paisagens, o seu fascínio, as suas lojas típicas. O pavilhão, antecedido por uma reprodução da fachada da Igreja de S. Paulo, foi depois da exposição transferido para o Parque da Cidade de Loures.

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Outros países, outras riquezas – Diferentes Povos, diferentes Rostos, diferentes Culturas

Os diversos países apresentam as suas riquezas culturais e naturais e sobretudo a sua ligação com o mar: barcos, artefactos, a história e a arte. Mostro vários, destaco alguns.

Um rosto da África do Sul.

Na Alemanha vamos até à estação submarina Oceanis: mergulhamos de elevador no oceano, ficamos a conhecer a realidade sobre estes e a sua influência no clima e na vida do universo e regressamos de submarino, passando ainda por Hannover 2000 e descendo depois em Lisboa.

A Áustria tem o maior Lápis-Lázuli do mundo, com 18 toneladas, entre muita criatividade e alegria.

A Bélgica recorre a figuras da banda desenhada e a muito humor, para além das suas riquezas.

O Brasil leva-nos a uma viagem pela sua história, cultura e pelo vasto leque da sua paisagem humana.

A China apresenta-se na sua grandeza: a grande muralha feita em conchas, um barco em osso e uma frota de barcos antigos mostra a grande dimensão que o comércio atingiu, podendo-se ainda ver como são feitas algumas peças de artesanato.

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