ANTÓNIO BRACONS, EXPO’98. O PAVILHÃO DO CONHECIMENTO DOS MARES E O OCEANÁRIO, 1998

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António Bracons, EXPO’98, Lisboa, 1998

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No Pavilhão do Conhecimento dos Mares viamos como estes foram sendo conhecidos pelo Homem, desde o início dos tempos até hoje: do aprender a navegar ao mergulhar em profundidade, acompanhar a viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães e encontrar os vários povos, perceber como estes entendiam os mares e os seus ‘monstros’, acompanhar a evolução do mergulho até aos nossos dias e ver a ancestral arte de construir navios na Nave das Naves.

Finalizada a EXPO, é o Pavilhão do Conhecimento, um espaço de grandes exposições.

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O mais ansiado de todos, é sem dúvida o Oceanário.

A rampa ampla dá acesso ao edifício, edificado sobre a Doca dos Olivais. É o maior da Europa e o segundo maior do mundo: um tanque central, o principal, recria o ambiente do alto mar; em quatro laterais, são criados ambientes específicos: um recife de coral do Índico, as costas rochosas do Pacífico, as planícies geladas do Antártico e a rica costa dos Açores. Ao todo, mais de 20 000 exemplares de mais de 200 espécies, e as duas ‘mascotes’: as lontras Eusébio e Amália, assim chamadas em homenagem ao futebolista Eusébio da Silva Ferreira e à fadista Amália Rodrigues.

O Oceanário é o único edifício que mantém a sua função original.

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