ANTÓNIO BRACONS, PESCA, ARTE XÁVEGA, O PEIXE, COSTA DA CAPARICA, 2017

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António Bracons, Pesca, Arte Xávega, O peixe, Costa da Caparica, 2017

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O copo repousa sobre o oleado azul, estendido a partir do trator.

O peixe sente-se sem água, saltita no interior da rede, levantando múltiplos salpicos.

O oleado está estendido, limitado pelos cestos plásticos, uns pretos com asas de corda, outros coloridos, com aberturas.

O copo é aberto, desatada a corda que o fecha.

De modo controlado, o peixe vai saindo para o oleado. Saltita energicamente no desespero da falta de água, numa fuga impossível.

É separado por espécies e tamanhos. Uma lula, bastantes sardinhas, muitas cavalas, um ou outro de outras espécies.

Recolhido, é colocado nas caixas, levado para a lota.

No areal, a acompanhar, juntam-se muitos veraneantes, na curiosidade da pesca, da Arte Xávega, ainda que não lhe saibam o nome.

Em redor, as gaivotas rodopiam, fazem voo picado, procurando agarrar algum peixe que é deitado ao mar ou que está ainda sobre o oleado.

Depois de recolhido o peixe, a rede regressa ao barco, que volta ao mar, a lançar de novo a rede. Uma vez e outra vez nessa tarde.

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