ANTÓNIO BRACONS, RESERVATÓRIO DA MÃE D’ÁGUA DAS AMOREIRAS, LISBOA, 2016

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António Bracons, Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras, Lisboa, 2016

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O Reservatório da Mãe d’Água das Amoreiras é um tanque de sete metros e meio de profundidade, com uma capacidade de 5.500 m3, que quando foi concluído, em 1834, no reinado de D. Maria II, um século depois do início do projeto, permitia abastecer os cerca de 30 chafarizes e várias casas nobres da capital.

O Reservatório fica situado no final do Aqueduto das Águas Livres, erguido entre 1731 e 1799, por determinação régia, para recolher a água das nascentes das Águas Livres integradas na bacia hidrográfica da serra de Sintra, na zona de Belas, e de outras 60 nascentes, que o alimentam.

Do tanque emergem quatro colunas que sustentam um teto de abóbadas de aresta, tendo o conjunto uma grandeza e imponência, quer exterior quer, sobretudo, interiormente.

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