PREFIRO… (CIT.), LEE MILLER

40 anos da morte de Elizabeth ‘Lee’ Miller (Poughkeepsie, Nova Iorque, EUA, 23 de abril de 1907 – Chiddingly, Reino Unido, 21 de julho de 1977).

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Prefiro tirar uma fotografia do que ficar numa.”

Lee Miller

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Lee_Miller-Lee_Miller_e_Picasso_1956

Lee Miller, Lee Miller and Picasso taken in mirror, Villa la Californie, Cannes, 1956

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Lee Miller conhece, aos 19 anos, o magnata das revistas Condé Nast e rapidamente torna-se capa da principal revista do grupo, a Vogue. Torna-se a supermodelo da Jazz Age de Nova Iorque. Aos 22 anos vai para Paris e integra-se no grupo surrealista: torna-se pupila, amante e musa de Man Ray, participou num filme de Jean Cocteau, conhece Charlie Chaplin, Salvador Dali e Pablo Picasso, que permanecerá amigo para toda a vida.

Em França começa a fotografar. Em 1939, muda-se para a Grã-Bretanha, com a Segunda Guerra Mundial inicia-se no fotojornalismo: regista a Blitz de Londres, a Libertação de Paris, nos campos de Buchenwald e Dachau e registou Berlim após a tomada pelos aliados. Após a guerra, fotografou moda e celebridades para a Vogue.

Entre 1934 e 1947 foi casada com Aziz Eloui Bey, homem de negócios e, desde 1947  até à sua morte, com Roland Penrose (1900-1984), pintor surrealista, historiador de arte e poeta.

Fotógrafa e modelo, as suas fotografias registam quer a história contemporânea, quer, com frequência, momentos intimistas e pessoais.

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