LUÍS BARBOSA E MIGUEL NOGUEIRA, AS 14 OBRAS DE MISERICÓRDIA, 2016

Encerramento do Ano Santo Jubilar da Misericórdia.

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Luís Barbosa e Miguel Nogueira

As 14 obras de misericórdia

Fotografia: Miguel Nogueira e Luís Barbosa / Texto: João Pupo Lameiras, Joana Carneiro, Inês Teotónio Pereira, João Gil, Júlio Magalhães, Johnson Semedo, Pedro Sousa Pereira, Rúben Gomes, João Pereira Coutinho, Felisbela Lopes, José Diogo Quintela, Vítor Baía, Henrique Raposo e D. Isabel de Bragança / Prefácio: D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto / Introdução: António Tavares, provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto

Lisboa: Alêtheia Editores / Porto: Santa Casa da Misericórdia do Porto / 01.2016

Português / 16,4 x 23,6 cm / 144 págs.

Brochura

ISBN: 9789896227135

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O Ano Santo da Misericórdia foi proclamado pelo Papa Francisco através da bula Misericordiae Vultus, de 11 de abril de 2015, véspera do II domingo da Páscoa, o domingo da Misericórdia, decorrendo de 8 de dezembro de 2015, solenidade da Imaculada Conceição, a 20.11.2016, solenidade litúrgica de Jesus Cristo, Rei do Universo.

«É próprio de Deus usar de misericórdia e, nisto, se manifesta de modo especial a sua omnipotência»: São Tomás de Aquino (Summa theologiae, II-II, q. 30, a. 4) sublinhava assim a importância da misericórdia, a grande resposta às Bem-Aventuranças; este Ano Jubilar assume pois uma importância significativa para a Igreja e para o mundo: de consciencialização dos cristãos para ações concretas e na construção da paz entre os povos.

De modo particular, refere o Papa Francisco (Misericordiae Vultus, 15):

É meu vivo desejo que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus apresenta-nos estas obras de misericórdia, para podermos perceber se vivemos ou não como seus discípulos. Redescubramos as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos.”

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É neste âmbito que a Santa Casa da Misericórdia do Porto, lança esta obra, com textos de vultos de diferentes áreas:

Este livro reúne um conjunto de testemunhos improváveis sobre as 14 obras de misericórdia, a quem foi lançado o desafio de escrever à luz do quotidiano sobre os diferentes actos de misericórdia corporais e espirituais: o chef de cozinha João Pupo Lameiras, dedica-se a «dar de comer a quem tem fome»; a maestrina Joana Carneiro escreve sobre «dar de beber a quem tem sede», a jornalista Inês Teotónio Pereira «veste os nús»; o músico João Gil dá «pousada aos peregrinos»; o jornalista televisivo Júlio Magalhães visita os enfermos; o ex-presidiário e fundador da Academia Johnson Johnson Semedo visita os presos; o jornalista Pedro Sousa Pereira «enterra os mortos»; enquanto o actor Rúben Gomes dá «bons conselhos»; já o colunista João Pereira Coutinho «ensina os ignorantes»; a professora universitária Felisbela Lopes escreve sobre «corrigir com caridade os que erram»; o humorista José Diogo Quintela consola os aflitos; o ex-futebolista Vítor Baía tem a missão de «perdoar as injúrias»; o cronista Henrique Raposo  suporta «com paciência as fraquezas do nosso próximo; e D. Isabel de Bragança reza «a Deus por vivos e defuntos».”

Nota do editor.

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Luís Barbosa e Miguel Nogueira, As 14 obras de misericórdia, 2016

Pode conhecer o trabalho de Luís Barbosa (Porto, 1975) aqui e o de Miguel Nogueira (Porto, 1974) aqui.

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