ANTÓNIO BRACONS, ROSTOS NA MULTIDÃO, LISBOA, 2016 – II

Marionetas de Chaozhou, China, da Colecção do Museu da Marioneta. Instalação de Susanne Themlitz, “Pela Ausência das Mãos”.

 

 

 

 

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António Bracons, Rostos na multidão, 2016

 

 

Para comemorar os 15 anos do Museu da Marioneta, foram convidados quatro artistas, António Viana, Francisco Tropa, Jorge Queiroz e  Susanne Themlitz, para trabalharem com peças da colecção do Museu com que pudessem estabelecer afinidades.

O resultado é explorado em cenografias onde as marionetas assumem uma nova função, interagindo com obras cujo grau de proximidade ao universo teatral é diverso, mas onde não deixam de se afirmar como referência cultural e retratar a longa história e as diferentes geografias do teatro de marionetas.”

Resultou a exposição “Sombras, Máscaras e Títeres da Colecção do Museu da Marioneta”, patente na Galeria do Torreão Nascente da Cordoaria Nacional (exposição de 25 Maio a 2 Outubro).

 

Uma das instalações de Susanne Themlitz (Lisboa, 1968), “Pela ausência das mãos”, cativou-me especialmente: num quadrado de cerca de 1 de lado, 121 personagens, Marionetas de Chaozhou, China.

Como um retrato da multidão. A multidão é composta por pessoas individuais.

 

Estas figuras são do início do séc. XX, construídas com terracota, madeira, ferro, pasta de papel, tecido, pele de animal e plástico.

Os seus olhares são deveras expressivos.