ANTÓNIO BRACONS, LOYOLA 91, XAVIER, CASTELO, 25.07.1991

Os desafios do mundo.

 

 

 

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O castelo de Xavier teve a sua origem numa fortificação muçulmana do século X.

É neste castelo que em 7 de abril de 1506 nasce Francisco de Jasso Azpilicueta Atondo y Aznáres, que viria a ser conhecido como S. Francisco Xavier.

Quando da anexação da Alta Navarra a Espanha, no reinado de D. Fernando, o Católico, e após a invasão castelhano-aragonesa, o 2° duque de Alba, cardeal Cisneros, ordenou, por decreto, a destruição das torres de todos os castelos de Navarra. No de Xavier, por ser a favor da independência de Navarra, são demolidos todos os elementos de defesa.

Após sucessivas heranças, o castelo e a povoação passaram ao domínio da Casa de Villahermosa, que o recupera nos finais do séc. XIX, quando se encontrava praticamente em ruínas, edificando-se também a Basílica e casas para Exercícios Espirituais. Em princípios do séc. XX foram doados à Companhia de Jesus, na condição de os conservar como então se encontravam.

No Castelo destaca-se: a capela, com um original Cristo sorridente, de estilo tardogótico, e um conjunto de pinturas murais representando esqueletos a dançar, numa alegoria à Ressurreição dos Mortos; a torre de menagem ou de S. Miguel, que pertence à parte mais antiga do castelo e um Museu dedicado à vida do Santo.

 

 

São Francisco Xavier

 

Estudante em Paris, aí conheceu S. Inácio de Loyola, fez com ele os Exercícios Espirituais e veio a ser um dos fundadores da Companhia de Jesus.

Ainda esta não estava oficialmente fundada, quando o rei português D. João III, pede à Companhia 10 missionários para enviar para o Oriente. Santo Inácio envia São Francisco Xavier, o qual irá desenvolver grande parte da sua atividade missionária na Índia Portuguesa e no Japão. Conhecido como “Apóstolo do Oriente”, considera-se que tenha convertido mais pessoas ao Cristianismo do que qualquer outro missionário desde São Paulo.

Faleceu às portas da China, em Sanchoão, a 3 de dezembro de 1552, está sepultado em Macau.

Foi beatificado pelo Papa Paulo V a 25 de outubro de 1619 e canonizado pelo Papa Gregório XV, a 12 de março de 1622, em simultâneo com Inácio de Loyola. O seu dia festivo é 3 de dezembro.

É padroeiro dos missionários, da diocese brasileira de Registro (SP), co-padroeiro de Macau e e co-patrono de Navarra.

 

 

 

 

 

 

 

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