ANTÓNIO BRACONS, CABO CARVOEIRO, PENICHE, 2015 – II

 

 

 

O Cabo Carvoeiro é o ponto mais ocidental da península de Peniche.

Quem chega por estrada, avista o farol, presença dominante, essencial à navegação.

As rochas estão esculpidas pelo Atlântico e pelo vento, em lapiás únicos.

Junto, a Nau dos Corvos é uma rocha que sobrevive à erosão, ao mar e ao vento. Eleva-se sobre uma plataforma de rocha. Junto, algumas rochas caídas erguem-se do mar. Os corvos de crista vermelha fazem da Nau a sua casa. E dão-lhe o nome.

Ao longe, o arquipélago das Berlengas sobressai do mar e do céu.

As gaivotas marcam a sua presença, fazem seu o espaço inebriante de azul e maresia.

Há uma sensação, quando se olha o mar amplo, desde estas rochas ou do miradouro: aqui estamos, “onde a terra acaba e o mar começa”, como tão bem sentiu Fernando Pessoa: o infinito, o mais além, sonhar, partir, ir mais além…

 

 

 

 

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (12)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (13)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (14)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (15)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (16)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (17)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (18)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (19)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (20)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (21)

Peniche-CaboCarvoeiro-2015-FotAntonioBracons (22)

.

.

.